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Família, torna-te aquilo que és!
“Apelos da Mensagem de Fátima”
 
 
O grande Papa de Fátima, São João Paulo II, no dia 13 de maio de 1982, um ano depois do atentado de que foi vítima na Praça de São Pedro, comentando a Mensagem
confiada às três crianças dizia: “Se a Igreja aceitou a mensagem de Fátima é sobretudo porque ela contém uma verdade e um chamamento, que no seu conteúdo fundamental são a verdade e o chamamento do próprio Evangelho”. Esta é a chave de leitura e de interpretação de todos os “Apelos da Mensagem de Fátima”, que a irmã Lúcia escreveu como “síntese amadurecida e ampla do anúncio recebido da Mãe do Senhor” desde aquele longínquo 1917. Parece-nos evidente que, se a Igreja aceitou a Mensagem de Fátima considerando-a autêntica, é porque ela é “um grande chamamento à santidade para a Igreja no nosso tempo”. De modo especial a irmã Lúcia vê este chamamento à santidade num particular das aparições quando, no dia 13 de outubro de 1917, Deus fez ver aos três pastorinhos a Sagrada Família: Nossa Senhora e o Menino Jesus nos braços de São José.
O padre Jesus Castellano Cervera, carmelita descalço, consultor da Congregação da Doutrina da Fé e professor de Espiritualidade, ao introduzir o livro escrevia: A presença de São José numa das aparições é um insistente convite à santificação da família, um tema-chave em todo o livro de Lúcia, uma das linhas essenciais e uma das preocupações fundamentais do magistério de João Paulo II. São João Paulo II na Exortação Apostólica Familiaris Consortio sobre a função da Família Cristã no mundo de hoje, fazia um apelo veemente: Família, torna-te aquilo que és! :
“Num momento histórico em que a família é alvo de numerosas forças que a procuram destruir ou de qualquer modo deformar, a Igreja, sabedora de que o bem da sociedade e de si mesma está profundamente ligado ao bem da família, sente de modo mais vivo e veemente a sua missão de proclamar a todos o desígnio de Deus sobre o matrimónio e sobre a família, para lhes assegurar a plena vitalidade e promoção humana e cristã, contribuindo assim para a renovação da sociedade e do próprio Povo de Deus” (Familiaris Consortio 3).
Família, torna-te aquilo que és!
Voltar a ser o que deve ser no projeto de Deus!... E isto é possível quando “no plano de Deus Criador e Redentor a família descobre não só a sua «identidade», o que «é», mas também a sua «missão», o que ela pode e deve «fazer»... Voltar ao «princípio» do gesto criativo de Deus é então uma necessidade para a família, se se quiser conhecer e realizar segundo a verdade interior não só do seu ser mas também do seu agir histórico. E porque, segundo o plano de Deus, é constituída qual «íntima comunidade de vida e de amor», a família tem a missão de se tornar cada vez mais aquilo que é, ou seja, comunidade de vida e de amor, numa tensão que, como para cada realidade criada e redimida, encontrará a plenitude no Reino de Deus. E numa perspectiva que atinge as próprias raízes da realidade, deve dizer-se que a essência e os deveres da família são, em última análise, definidos pelo amor. Por isto é-lhe confiada a missão de guardar, revelar e comunicar o amor, qual reflexo vivo e participação real do amor de Deus pela humanidade e do amor de Cristo pela Igreja, sua esposa” (Familiaris Consortio 17).
Por isso hoje, com irmã Lúcia, renovemos o apelo da Mensagem de Fátima à santificação da família. Ela tem de ser o que Ela é dentro do projeto divino: o Santuário da Vida, Comunidade de Vida e de Amor!
Povos inteiros têm sido tragados por uma nova ordem legislativa e judiciária que gradativamente tem modificando os próprios conceitos da ética e das leis. A meta é pouco a pouco, com concepções de mundo elaboradas de forma fraudulenta, alterar a nível mundial a estrutura social, impedir o crescimento populacional e impor uma educação global. De maneira prepotente e gradativa, aqueles que trabalham pela concretização disso, têm provocado uma pressão sociológica fortíssima, de modo a controlar o comportamento humano e fragmentar a própria essência da sociedade: alterando o papel que exerce a família, emancipando a mulher no mercado de trabalho, modificando as normas sexuais e alterando a complementaridade masculino/feminino. Os frutos são a degradação e destruição das famílias e inexorável assimilação da cultura de morte .
A aparente progressão infinita da tecnologia somada às ideologias, têm sufocado a sede de infinito que Deus colocou em nossos corações, levando a buscar a paz dos povos não em Cristo, mas no controle legislativa e judiciária mundial e saciar o vazio interior na escravidão dos vícios. No domínio da tríplice concupiscência são destruídas quaisquer virtudes que nos orientem na obediência ao decálogo para a comunhão com Aquele único que nos pode dar a paz e que de Si afirmou “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida” (Jo 14, 6).
 
 
Pe. Sérgio Shiguer Nishiyama
Fundador e Superior Geral do Instituto dos Servos da Divina Misericórdia
 
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O Espírito Santo, que renova a face da terra, torna os membros desta Família atentos aos sinais dos tempos e os faz reconhecer no Culto e na Devoção à Divina Misericórdia um dom proveniente do Céu, em graus de curar radicalmente os males que insidiam o homem, sobretudo quando este sofre, quando é ameaçado no próprio coração da sua existência e da sua dignidade (cf. DM 2).
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