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Santos Jacinta e Francisco Marto
“A mortificação e os sacrifícios agradam muito a Nosso Senhor.”
 
 
Publicado em 8 de Fevereiro de 2017

 

 

 


 

Bem-aventurado Francisco Marto

 

 

 

Francisco Marto nasceu no dia 11 de Junho de 1908, em Aljustrel, paróquia de Fátima, e foi baptizado no dia 20 de Junho.

Era filho de Manuel Pedro Marto e de Olímpia de Jesus, irmão de Jacinta Marto (1910-1920) e primo de Lúcia de Jesus (1907-2005). Foi a estes que apareceu um Anjo, na Primavera, Verão e Outono de 1916, na Loca do Cabeço e no Poço da Casa da Lúcia, e Nossa Senhora do Rosário, a 13 de Maio, Junho, Julho, Setembro e Outubro de 1917, na Cova da Iria, e a 19 de Agosto de 1917, no sítio dos Valinhos.

Adoeceu a 23 de Dezembro de 1918, pela gripe pneumónica, e veio a falecer a 4 de Abril de 1919, depois de se ter confessado e comungado. Foi sepultado no cemitério paroquial de Fátima, no dia 5 de Abril. O Pároco, em aditamento ao processo paroquial, organizado, por encargo do arcebispo de Mitilene, em Outubro de 1917, e enviado, a 28 de Abril de 1919, para o Patriarcado de Lisboa, escreveu, com data de 18 de Abril: “O Francisco – vidente – faleceu às dez horas da noite do dia 4 de Abril corrente, vitimado por uma prolongada ralação de 5 meses da pneumónica, tendo recebido os sacramentos com grande lucidez e piedade. E confirmou que tinha visto uma Senhora na Cova da Iria e Valinho”. Os seus restos mortais foram exumados da sepultura em que se encontravam, no dia 17 de Fevereiro de 1952, e trasladados, no dia 13 de Março do mesmo ano, para a basílica de Fátima, onde ficaram sepultados no lado direito do transepto.

O seu processo de beatificação foi iniciado no dia 30 de Abril do mesmo ano de 1952, juntamente com o da sua irmã Jacinta. Mas só foi enviado para a Congregação para a Causa dos Santos, a 3 de Agosto de 1979. Foi aberto, a 20 de Dezembro desse ano. Em Abril de 1981, foi dado parecer positivo à possibilidade da prática de virtudes heróicas, por parte de crianças, e, por isso, poderem ser beatificadas e canonizadas crianças não-mártires. O decreto sobre as virtudes heróicas dos dois pastorinhos foi assinado pelo Papa João Paulo II, a 13 de Maio de 1989, sendo-lhe concedido o título de veneráveis.

A 28 de Junho de 1999, foi promulgado, na presença do Papa, o decreto da Congregação para a Causa dos Santos sobre o milagre atribuído a Francisco e Jacinta, em favor de Maria Emília Santos.

 O Papa João Paulo II, em Fátima, no dia 13 de Maio de 2000, beatificou os pastorinhos Francisco e Jacinta Marto, marcando para 20 de Fevereiro (dia do falecimento da Jacinta), o dia da sua festa.

 

A abertura oficial do processo de canonização pela Congregação para a Causa dos Santos foi no dia 17 de Novembro de 2004.     

 

Fonte: http://www.santuario-fatima.pt/pt/portal/index.php

 

 

 

Bem-aventurada Jacinta Marto

 

 

De 21 de Janeiro a 2 de Fevereiro de 1920, esteve no Orfanato de Nossa Senhora dos Milagres, na Rua de Estrela, em Lisboa, casa fundada pela D.Maria Godinho, a quem a Jacinta chamava "Madrinha".  Foi celebrada Missa de corpo presente na Igreja de Nossa Senhora dos Anjos, em Lisboa, onde o seu corpo esteve depositado até ao dia 24, dia em que foi transportada a urna para o cemitério de Vila Nova de Ourém. Aí, ficou no jazigo da família do Barão de Alvaiázere.  Foi trasladada para o cemitério de Fátima a 12 de Setembro de 1935, data em que a urna foi aberta.

 Em 1 de Maio de 1951 foi finalmente trasladada para a Basílica do Santuário. 

Além das 5 Aparições da Cova da Iria e 1 dos Valinhos, Nossa Senhora apareceu à Jacinta mais 4 vezes em casa durante a doença, 1 na Igreja paroquial numa quinta-feira da Ascenção, e ainda em Lisboa no Orfanato e no hospital. O Poço do Arneiro teve uma visão do Santo Padre, e outra no Cabeço. 

A sua vida foi caracterizada pelo espírito de sacrifício, o amor ao Coração de Maria, ao Santo Padre e aos pecadores. 

 

Levada pela preocupação da salvação dos pecadores e do desagravo ao Coração Imaculado de Maria, de tudo oferecia um sacrifício a Deus, como lhes recomendara o Anjo, dizendo sempre a oração que Nossa Senhora lhes ensinara:"Ò Jesus, é por Vosso Amor, pela conversão dos pecadores (e acrescentava, pelo Santo Padre) e em reparação pelos pecados cometidos
contra o Imaculado Coração de Maria".

 

  

 Fonte: 

http://www.vatican.va/news_services/liturgy/saints/ns_lit_doc_20000721_beat-jacinta_po.html

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