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 Religiosos Irmãos
  

A “consagração laical” constitui por si mesma um estado completo de profissão dos conselhos evangélicos. Por isso mesmo, ela tem um valor próprio, independentemente do ministério sagrado, tanto para o indivíduo como para a Igreja.

A presença de irmãos constitui uma participação diferenciada na missão do Instituto, com serviços realizados tanto no seio das comunidades como nas obras apostólicas, em colaboração com aqueles que exercem o ministério sacerdotal (VC 60).

Portanto, os religiosos irmãos, respondendo à sua vocação pessoal divina, se empenham em viver plenamente a sua consagração religiosa em união com os irmãos sacerdotes, para realizar a missão apostólica do Instituto e a edificação do Reino de Deus.

Ao religioso sacerdote, empenhado em diversas atividades pastorais, o irmão leigo recorda que a vida religiosa tem uma dimensão comunitária que não deve esquecer. Ao irmão, empenhado em trabalhos domésticos humildes ou em tarefas de serviço secular, o sacerdote recorda a dimensão apostólica daquilo que realiza. Além disso, uns e outros, completando-se nos respectivos serviços prestados à pessoa humana, são um testemunho vivo de que “a missão salvífica da Igreja em relação ao mundo deve ser considerada na sua integridade” (cf. Discurso).

Permanecendo aos religiosos irmãos o empenho do cotidiano trabalho e de guarda e manutenção das estruturas comunitárias, empenho tomado para facilitar o ministério sacerdotal dos seus confrades, eles tem um tempo adequado para dedicar-se às obras de apostolado e à formação permanente, conscientes de que o apostolado religioso consiste, antes de tudo, no testemunho de sua vida consagrada (CIC 673).

A Igreja e o mundo esperam dos religiosos irmãos, o testemunho de uma vida santa e daquela perfeição na caridade através dos conselhos evangélicos.

“Tal caridade foi frequentemente aquele “perfume de Cristo”, que tantos irmãos leigos misteriosamente espalharam na vida da Igreja” (cf. Discurso).

Os religiosos irmãos tem consciência de que “todas as atividades humanas, das mais simples às mais elevadas aos olhos do mundo, podem tomar a dimensão de autênticos “ministérios laicais”; os quais, radicados no batismo e na consagração religiosa, cantam a glória de Deus e contribuem à atuação daquela civilização do amor que é o desígnio de Deus pela humanidade” (cf. Discurso).

O período de profissão temporária dos religiosos irmãos é confiado à proteção de São Martinho de Lima, para com o qual tem comunitariamente e pessoalmente, uma particular devoção. No entanto, Maria, a humilde Virgem de Nazaré, modelo de serviço e de consagração, é para todos os irmãos Mãe e Mestra de fidelidade evangélica.

 

(Da Regra dos Servos da Divina Misericórdia)
 

 

 

Oração à São Martinho de Lima

 

 

 Ó Senhor Deus, que exaltais os humildes e em sua pequenez deixais brilhar Vossa grandeza e Vosso poder, fazei que, pela intercessão de São Martinho, possam os enfermos e os moribundos alcançar a saúde e o consolo, e que o testemunho de sua fé e de seu amor por Vós ilumine o último dia de nossa vida. Amém.

 

 

 

 

 

 
 
Irmão Antônio de São Rafael, SDM 
Religioso de Votos Simples 
 
 
 
 
Irmão Diego do Santíssimo Redentor, SDM
Religioso de Votos Simples 
 
 
 
 
Irmão Domenico Sávio da Eucaristia, SDM 
Religioso de Votos Simples 
 
 
 
 
Irmão Maximiliano da Imaculada, SDM
Religioso de Votos Simples 
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O Espírito Santo, que renova a face da terra, torna os membros desta Família atentos aos sinais dos tempos e os faz reconhecer no Culto e na Devoção à Divina Misericórdia um dom proveniente do Céu, em graus de curar radicalmente os males que insidiam o homem, sobretudo quando este sofre, quando é ameaçado no próprio coração da sua existência e da sua dignidade (cf. DM 2).
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