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Espiritualidade Mariana

 

"Amamos ser chamados de Pequenos Servos do Coração Imaculado de Maria, pois entendemos que a

Devoção à Nossa Senhora é o perfeito caminho que nos conduz ao verdadeiro amor à Jesus Cristo."

 

A presença de Maria tem uma importância fundamental, quer para a vida espiritual de cada uma das almas consagradas, quer para a consistência, unidade e progresso da inteira comunidade religiosa. Ela é, de fato, exemplo sublime de perfeita consagração, pela sua pertença plena e dedicação total a Deus. Escolhida pelo Senhor, que nela quis cumprir o mistério da Encarnação, ela lembra aos membros desta Família o primado da iniciativa de Deus e ao mesmo tempo, dando o seu consentimento à Palavra divina que nela se fez carne, aparece como modelo de acolhimento da graça por parte da criatura humana (cf. VC 28).

 Nossa Senhora foi chamada de modo especial para tornar próximo dos homens o amor misericordioso que o Filho tinha vindo revelar: amor que encontra a sua mais concreta manifestação para com os que sofrem, os pobres, os que estão privados de liberdade, os cegos, os oprimidos e os pecadores.

Nela e por meio dela o mesmo amor não cessa de revelar-se na história da Igreja e da humanidade. Esta revelação é particularmente frutuosa, porque se funda, tratando-se da Mãe de Deus, no singular tato do seu coração materno, na sua sensibilidade particular, na sua especial capacidade para atingir todos aqueles que aceitam mais facilmente o amor misericordioso da parte de uma mãe (cf. DM 9).

Olhando para o exemplo da Santíssima Virgem, Mãe de Deus e de todos os homens, os membros da Família da Divina Misericórdia se dispõem ao serviço, no espírito de oração e de consagração a Deus, procurando entrar no raio de ação daquela materna caridade com a qual a Mãe do Redentor cuida dos irmãos do seu Filho e de cuja regeneração e formação Ela coopera (cf. RMa 45).

 

 

(Da Regra dos Servos da Divina Misericórdia)
 

  

 

 

Mãe da Divina Misericórdia - Nossa Senhora Rosa Mística - Imaculado Coração de Maria

 

 

Mãe da Divina Misericórdia 

 

 

 

Existe uma íntima relação entre Maria Santíssima, a Mãe de Jesus, o mistério da misericórdia divina e a prática da misericórdia. Maria está desde a sua concepção envolta na misericórdia infinita do Pai, pelo Filho e no Espírito (preservada do pecado e do demônio), ao mesmo tempo em que o seu agir – antes e depois da sua Assunção – está assinalado pelo amor efetivo aos seres humanos (especialmente pelos pecadores e sofredores).

 

Oficialmente a Igreja Católica aprovou a 15/8/1986 o formulário da Missa Votiva “Santa Maria, Rainha e Mãe de Misericórdia”, importante marco para a história de sua veneração – sem nos esquecermos que a 30/11/1980 o Papa João Paulo II destacara na sua Encíclica Dives in misericordia que Maria é a “pessoa que conhece mais a fundo o mistério da misericórdia divina” (n. 9). Anos depois o Catecismo da Igreja Católica (1997) dirá que ao rezar na Ave-Maria: “rogai por nós, pecadores”, estamos recorrendo à “Mãe da misericórdia” (n. 2677).

A invocação “Salve, Rainha de misericórdia” se encontra pela primeira vez com o Bispo Adhémar, de Le Puy (+ 1098); destaca a qualidade do olhar materno de Maria: “esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei”, e conclui com o sentido desta sua misericórdia: “ó clemente, ó piedosa, ó doce, Virgem Maria”. Já o título “Mãe de Misericórdia” se crê que foi dado pela primeira vez a Maria por Santo Odão (+942), abade deCluny. “Ego sum Matermisericordiae” (Eu sou a Mãe de Misericórdia), Maria lhe teria dito em sonho.

No mundo oriental podemos encontrar testemunhos ainda mais antigos. O padre oriental da Tiago de Sarug (+521), aplicou a Maria explicitamente o título de “Mãe de misericórdia” (Sermo de transitu), o que é por muitos considerado como sua primeira atribuição em absoluto.

 

Relação com a Mensagem da Divina Misericórdia

 

Em Vilna, capital da Lituânia, se venera a imagem da Mãe da Misericórdia de AušrosVartai (Portal da Aurora) desde 1522, localizada numa das entradas do antigo muro. Em 1773 o Papa Clemente XIV concedia indulgências a quem rezasse ali com devoção, e em 1927 o Papa Pio XI permitiu que a pintura fosse solenemente coroada com o título de Maria, Mãe de Misericórdia.Sua festa é celebrada a 16 de novembro.

Em nossos tempos, Santa Faustina Kowalska†, mística polonesa, nos repropõe a centralidade da Divina Misericórdia para a fé e a vida da Igreja, recorrendo a Maria Santíssima como Mãe da Misericórdia, padroeira da Congregação religiosa a que pertencia (cf. Diário 79, 449, 1560), cuja festa celebravam (a Congregação) em 5 de agosto. Por Providência divina, a primeira vez em que a imagem de Jesus Misericordioso foi publicamente venerada foi justamente em Vilna (cf. Diário, 417).

Em qual sentido podemos proclamar Maria como Mãe de misericórdia? Sem cometer o grave equívoco de pensar que a misericórdia é reservada a Maria e a justiça a Jesus (como muitos medievais chegaram a pensar), o título “Mãe da Misericórdia” ou “Mãe de misericórdia” assim se justifica: Maria é a mulher que experimentou de modo único a misericórdia de Deus – que a envolveu de modo particular desde a sua Imaculada Conceição, passando pela Anunciação, como discípula fiel do seu Filho, até o grande momento da Sua Páscoa (paixão, morte, ressurreição, glorificação e Pentecostes). Ela é kecharitoméne, “cheia de graça”, ou seja, totalmente transformada pela benevolência divina (cf. Ef 1,6).

Maria é a mãe que gerou a misericórdia divina encarnada – graça extraodinária que coloca a jovem Maria, a partir da Encarnação do Filho de Deus, numa relação inimaginável de intimidade com o próprio “Pai das misericórdias” (2Cor 1,3). A partir do seu “eis-me aqui” e o seu “faça-se”, a misericórdia divina se faz carne e entra na história!

Maria é a profetisa que exalta a misericórdia de Deus – pois no seu cântico o “Magnificat” por duas vezes – unida ao Filho do Altíssimo e ao seu Espírito – ela louva ao Pai misericordioso: “a sua misericórdia se estende de geração em geração sobre aqueles que o temem”; “socorreu Israel, seu servo, lembrando-se de sua misericórdia” (Lc1,50.54).

Maria é a intercessora incansável do povo de Deus – elevada aos Céus em corpo e alma, Maria não deixa de apresentar as necessidades dos fiéis ao seu Filho, a quem rogou pelos esposos de Caná, quando vivia na terra (cf. Jo 2,1ss). Ela “continua a alcançar-nos os dons da salvação eterna”, ensina o Concílio Vaticano II (Lumen gentium, n. 62), praticando assim a misericórdia, sobretudo para com os que padecem dos males da alma (pecadores), mas também do corpo (todos que sofrem).

Maria é a apóstola incansável da misericórdia divina – com a permissão e o envio do seu Filho, Maria visitou inúmeras vezes os seus filhos ainda peregrinos neste mundo, o que podemos contemplar nas aparições que já gozam de beneplácito eclesial (Guadalupe, La Salette, Lourdes, Knock, Fátima etc.), convidando a todos a se aproximarem do “trono da graça” que é o seu Filho. Com o seu coração compassivo de Mãe, não poderia permanecer indiferente às mazelas dos seus filhos neste vale de lágrimas!

A Mãe de Jesus e nossa merece, portanto, ser honrada como Mãe da Misericórdia e Mãe de misericórdia! Ó Maria, Mãe que experimentastes e gerastes a Misericórdia, Mãe que proclamais e exerceis a misericórdia, fazei de nós autênticos apóstolos deste mesmo mistério de amor em nossos tempos. Amém.

 

 

Fonte:

 

 

 

 

Nossa Senhora Rosa Mística

 

 

 

 

As aparições em Montechiari começam em 1947. Em uma pequena cidade localizada aos pés dos Alpes Italianos, na fértil terra cortada pelo Rio Pó. Numa pequena montanha estava a fortaleza de Maria, a Venerada Igreja de São Pancrácio. Pierina Gilli nasceu a 3 de agosto de 1911 e na ocasião exercia o oficio de enfermeira no lugar.

Na primavera de 1947 apareceu-lhe a belíssima Mãe de Deus numa sala do hospital, vestida com uma túnica roxa celestial, parecia triste e corriam lágrimas de seus olhos puríssimos, lágrimas que caíam até o chão. Seus lábios se abriram para dizer docemente “Oração – Penitência – Reparação” e ficou em silêncio. Essa foi A PRIMEIRA APARIÇÃO. 

No Domingo, 13 de junho de 1947, muito cedo no hospital apareceu novamente a Mãe de Deus, vestia-se de branco e no lugar das três espadas tinha três rosas uma branca, uma vermelha e outra amarelo-dourada.

Pierina lhe pediu, assombrada: “Por favor diga-me quem és”, com um sorriso a doce Senhora respondeu: “Sou a Mãe de Jesus e Mãe de todos vocês! Nosso Senhor me envia para implantar uma nova devoção mariana em todos os institutos tanto masculinos como femininos, e nas comunidades, congregações religiosas e entre todos os sacerdotes. Eu lhe prometo que se honrarem mais desta especial maneira gozarão particularmente de minha proteção, haverá um florescimento de vocações religiosas, menos deserções, apostasias e uma grande santidade de seus membros. Desejo que no dia 13 de cada mês seja consagrado como dia mariano e os doze anteriores sirvam de preparação, com orações especiais”.

Seu rosto iluminou-se com uma inefável alegria e continuou: “Nesse dia derramarei abundância de graças e santidade sobre aqueles que me tiverem honrado; desejo que o dia 13 de julho de cada ano seja dedicado à ROSA MÍSTICA”.

Pierina perguntou se não era necessário um milagre como prova das aparições e a Mãe de Deus respondeu: o milagre mais evidente consistirá em que as pessoas consagradas a Deus, cujos espíritos se deixam dominar pela mornidão, até o ponto de serem infiéis a sua devoção, e que com sua deslealdade provocaram os castigos e as perseguições, que sofre a Igreja atualmente, cessem de ofender gravemente o Senhor, fazendo o Espírito primitivo de seus santos fundadores. Depois explicou o significado das três espadas e das três rosas.

– A primeira espada significa: a perda culposa da vocação sacerdotal ou religiosa;

– A segunda espada: a vida em pecado mortal de pessoas consagradas a Deus;

– A terceira espada; a traição daquelas pessoas que, ao abandonarem sua vocação sacerdotal ou religiosa, perdem também a fé e se convertem em inimigos da Igreja;

– A rosa branca: simboliza o espírito de oração;

– A rosa vermelha: espírito de reparação e sacrifício;

– A rosa amarelo-dourada: espírito de penitência.

Foi na capela do hospital de Montechiari, durante a celebração eucarística, onde os presentes conheceram a presença de algo extraordinário, porém a Pierina pode vê-la e ouvi-la.

MARIA, ROSA MÍSTICA, pedia prática da devoção que já havia recomendado e acentuou: “Meu Divino Filho, cansado das incessantes ofensas, quer dar curso à sua justiça. Coloco-me qual medianeira entre os homens e em particular entre as almas dos religiosos e o meu Divino Filho”. A vidente agradeceu-lhe em nome de todos e ela respondeu: “VIVE O AMOR”.

Sua mensagem na Igreja Paroquial de ofensas pode resumir-se nestas palavras: “pelas faltas de impureza suplico oração e penitência. Meu Divino Filho, o Nosso Senhor, está para enviar um dilúvio de castigos…” e depois prosseguiu: “intervim para implorar ainda misericórdia e em reparação, rogo oração e penitência. Suplico intimamente aos sacerdotes que se esforcem por combater as faltas contra a pureza. Eu encherei de graça os que repararem estes pecados”.

Pierina ousou perguntar: “seremos perdoados?”

A Rosa Mística respondeu: “Sim, contanto que deixem de cometê-los”.

Pierina viu novamente a Virgem Santíssima na Igreja. Esta lhe ordenou que fizesse com a língua quatro pequenas cruzes sobre as lajes do pavimento, ao meio da catedral e embaixo da cúpula. Depois a celestial Senhora foi ao lugar e disse: “Eu desci a este lugar sagrado, onde acontecerão grandes coisas”.

Com ar de tristeza acentuou: “os cristãos de sua nação são os que neste tempo ofendem mais o meu Divino Filho, por isso o Senhor exige: oração, sacrificio e penitência”. Pierina perguntou: “O que devemos fazer para cumprir seus desejos de oração e penitência?” Resplandecente de bondade, disse: “Oração”. E depois continuou: “aceitai diariamente todas as pequenas cruzes e os trabalhos em sinal de penitência”. E, retomando a expressão de realeza, disse: “No dia 08 de dezembro pelo meio dia, voltarei aqui à Igreja e será a Hora da Graça”. A hora da Graça. Será um acontecimento de numerosas e grandes conversões. Almas totalmente endurecidas no mal e frias como este mármore serão tocadas pela graça divina, tornando-se fiéis ao Senhor e apaixonadas por ELE. Foi a única vez que a Senhora avisou Pierina de sua próxima vinda.

Estavam como testemunhas só três pessoas, entre elas o confessor de Pierina, quando apareceu a senhora. Estava envolta num manto muito alvo, as pregas caíam graciosamente e um menino o sustinha à direita e uma menina à esquerda. Os dois, vestidos de branco. A mãe de Deus disse: “Amanhã mostrarei meu coração Imaculado, que os homens conhecem tão pouco e em Fátima desejei propagar a devoção da Consagração do coração Imaculado”.

Em Bonate (na região de Bergan, em 1940/1945 durante a guerra, procurei incultar essa devoção às famílias cristãs. Em Montechiari desejo implantar a devoção à Rosa Mística, unida à veneração do meu Coração Imaculado e desejo arraigá-la especialmente nos conventos e Institutos Religiosos, para que as almas consagradas a Deus obtenham aumento de graça do meu Coração Maternal.

Comunicou, depois, um segredo à Pierina, prometendo-lhe que ela mesma lhe indicaria quando deveria ser revelado, a respeito das crianças que a acompanhavam, explicou: são Jacinta e Francisco, que te farão companhia desde agora em tuas atribulações. Eles também tiveram que sofrer, apesar de serem pequenos. O que quero de ti é simplesmente a bondade, a semelhança destas crianças. Ao dizer estas palavras, a Virgem estendeu os braços em gesto de proteção à Terra, ergueu os olhos ao céu e exclamou: “O Senhor seja Louvado” e desapareceu.

Aqui em Montichiari quero ser chamada “ROSA MÍSTICA”. Nesta festa mariana por excelência, escolhida para a aparição, milhares de pessoas vieram de todas as partes; Pierina Gilli conseguiu entrar com dificuldade e dirigir-se ao lugar central onde se deram as aparições anteriores, e começou a rezar o Rosário. De repente Pierina exclamou: “Oh! A Senhora!” Contemplou a Mãe de Deus na parte superior de uma escada branca que chegava à terra ladeada de rosas brancas, vermelhas e amarelas. À Virgem, sorrindo, disse: Eu sou a Imaculada Conceição, sou a Mãe da graça, Mãe do Divino Filho, Jesus Cristo. Quero que, ao meio dia de cada 08 de dezembro, seja celebrada a hora de ação de graças para todo o mundo; mediante esta devoção se alcançarão graças para a alma e para o corpo. Nosso Senhor, meu Divino Filho, concederá sua misericórdia, contando que os bons não deixam de orar pelos irmãos pecadores; é preciso informar rapidamente ao Supremo pastor da Igreja Católica, o Papa Pio XII, o meu desejo de que esta hora de graça seja conhecida e estendida por todo o mundo. Quem não puder ir à Igreja, que reze em sua casa ao meio-dia e obterá as minhas graças, e se alguém vier orar com lágrimas de arrependimento sobre estas lajes encontrará uma escada certa para ir ao céu, junto com a proteção do meu coração materno.

“Vede este coração que ama tanto os homens enquanto a maioria deles o injuria”. Se todos, bons e maus, se reunirem em oração, obterão deste coração misericórdia e Paz. Os bons acabam de obter, pela minha intercessão, a misericórdia do Senhor, que teve um grande castigo. Tenho preparado uma abundância de graças para todos os filhos que escutam minha voz e guardam os meus desejos”. Nesta ocasião a Rosa Mística confirmou também à Pierina, segredo que, posteriormente, deverá ser dado a conhecer à autoridade espiritual e a quem Ela própria o determinar.

Pierina passou vários anos em Bréscia, ajudando num convento de religiosas por ordem do Bispo Diocesano D. Jacinto Tredici e seu diretor espiritual foi Frei Carpin. A segunda etapa das maravilhosas aparições da Rosa Mística começou no ano de 1966 em fevereiro, e em oração, Pierina tornou a ver a Virgem. A Mãe de Deus lhe infundiu novo ânimo, a consolou com alegria e lhe prometeu aparecer em Fontanelle, um bairro de Montechiari onde se encontra uma fonte de água escondida numa gruta. É preciso descer uns dez degraus de pedra para chegar até à cova.

Assim Pierina ia rezando o terço no caminho, a pouca distância da gruta, quando na hora do Ângelus apareceu Maria, Mãe de Deus, e disse: “Meu Divino Filho é todo amor e manda dar um grande poder milagroso de cura a esta fonte. Em sinal de penitência e purificação beija de joelhos os degraus.” E depois deu instruções: “desejo que os doentes e todos os meus filhos venham aqui à fonte de graça”.

Em abril de 1969, dia 20, deu-se em Fontanelle, o sinal maravilhoso no céu. Este escureceu rapidamente à tarde, brilharam as estrelas, apareceu o sol, pequeno no inicio, mas aumentando, tornou-se vermelho de diferentes matizes e movia-se para a direita e esquerda, parecia que cairia sobre a terra. Colocou-se no centro de uma coroa de estrelas e em seguida partiu-se em dois e uma grande cruz se tornou visível. O sol se converteu numa roda de fogo que lançava chamas.

Isso se repetiu várias vezes. Assistiram esse sinal 19 pessoas. Sinais para que o homem se volte para Deus para que ame como Jesus ensinou no seu mandamento, e Nossa Senhora exorta a orar: “A oração é uma condição requerida por Deus”.

 

  Fonte:

paroquiarosamistica.com.br

 

 

 

 

 

Imaculado Coração de Maria

 

 

 

A 13 de Maio de 1917, três crianças apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria, freguesia de Fátima, concelho de Vila Nova de Ourém, hoje diocese de Leiria-Fátima. Chamavam-se Lúcia de Jesus, de 10 anos, e Francisco e Jacinta Marto, seus primos, de 9 e 7 anos. 

Por volta do meio dia, depois de rezarem o terço, como habitualmente faziam, entretinham-se a construir uma pequena casa de pedras soltas, no local onde hoje se encontra a Basílica. De repente, viram uma luz brilhante; julgando ser um relâmpago, decidiram ir-se embora, mas, logo abaixo, outro clarão iluminou o espaço, e viram em cima de uma pequena azinheira (onde agora se encontra a Capelinha das Aparições), uma "Senhora mais brilhante que o sol", de cujas mãos pendia um terço branco. 

A Senhora disse aos três pastorinhos que era necessário rezar muito e convidou-os a voltarem à Cova da Iria durante mais cinco meses consecutivos, no dia 13 e àquela hora. As crianças assim fizeram, e nos dias 13 de Junho, Julho, Setembro e Outubro, a Senhora voltou a aparecer-lhes e a falar-lhes, na Cova da Iria. A 19 de Agosto, a aparição deu-se no sítio dos Valinhos, a uns 500 metros do lugar de Aljustrel, porque, no dia 13, as crianças tinham sido levadas pelo Administrador do Concelho, para Vila Nova de Ourém. 

Na última aparição, a 13 de Outubro, estando presentes cerca de 70.000 pessoas, a Senhora disse-lhes que era a "Senhora do Rosário" e que fizessem ali uma capela em Sua honra. Depois da aparição, todos os presentes observaram o milagre prometido às três crianças em Julho e Setembro: o sol, assemelhando-se a um disco de prata, podia fitar-se sem dificuldade e girava sobre si mesmo como uma roda de fogo, parecendo precipitar-se na terra.

Posteriormente, sendo Lúcia religiosa de Santa Doroteia, Nossa Senhora apareceu-lhe novamente em Espanha (10 de Dezembro de 1925 e 15 de Fevereiro de 1926, no Convento de Pontevedra, e na noite de 13/14 de
 Junho de 1929, no Convento de Tuy), pedindo a devoção dos cinco primeiros sábados (rezar o terço, meditar nos mistérios do Rosário, confessar-se e receber a Sagrada Comunhão, em reparação dos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria) e a Consagração da Rússia ao mesmo Imaculado Coração. Este pedido já Nossa Senhora o anunciara em 13 de Julho de 1917.

Anos mais tarde, a Ir. Lúcia conta ainda que, entre Abril e Outubro de 1916, tinha aparecido um Anjo aos três videntes, por três vezes, duas na Loca do Cabeço e outra junto ao poço do quintal da casa de Lúcia, convidando-os à oração e penitência. 

Desde 1917, não mais cessaram de ir à Cova da Iria milhares e milhares de peregrinos de todo o mundo, primeiro nos dias 13 de cada mês, depois nos meses de férias de Verão e Inverno, e agora cada vez mais nos fins de semana e no dia-a-dia, num montante anual de cinco milhões.

 

 

Fonte:

http://formacao.cancaonova.com/diversos/as-aparicoes-de-fatima/

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O Espírito Santo, que renova a face da terra, torna os membros desta Família atentos aos sinais dos tempos e os faz reconhecer no Culto e na Devoção à Divina Misericórdia um dom proveniente do Céu, em graus de curar radicalmente os males que insidiam o homem, sobretudo quando este sofre, quando é ameaçado no próprio coração da sua existência e da sua dignidade (cf. DM 2).
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